3 + 1 Discos da Semana
A semana foi regada a bastante estudo e retorno aos trabalhos. E cá estão algumas das pérolas que me acompanharam por essa trilha:
O Heathen, com toda força de seu Thrash, une riffs à lá Pantera a um senso melódico presente em Iron Maiden e Anthrax. Disco maravilhoso do metal que, certamente, ouvirei novamente.
Descobri o Ween pelo Devin Towsend, como dito na postagem passada. Naturalmente, fui pesquisar um pouco mais sobre esse disco no qual se encontra a faixa "Transdermal Celebration". É um grande disco para quem consegue compreender uma banda com tendências experimentalistas e boas doses de um estranho senso de humor.
Os caras vão do genial ao cômico sem perder a mão, fazendo belas peças experimentais por onde passam. Será um belo disco para quem compreender a proposta. Provavelmente, Ween ainda aparecerá, novamente, nas minhas audições.
Um prazer reencontrar essa banda entre minhas audições. Mais uma daquelas preciosidades que se descobre aleatoriamente no YouTube (quem nunca?). As várias camadas experimentais e progressivas dessa banda se espalham pelo Heavy Metal, inspirando-se no peso do Neurosis e em geniais melodias tiradas das mentes desses caras.
Esse é um dos melhores discos do ano passado, com certeza, em termos de Metal e "Post-Metal", como alguns dizem. Faltam palavras para descrever o peso e o tamanho dos sentimentos aqui explorados, relacionando, muitas vezes, desde o nome do disco, elementos poéticos com fatos geográficos do nosso planeta. Dizer que vale à pena conferir e que são uma grande banda, mais uma vez, é chover no molhado!
Não estava nos meus planos chegar nesse álbum, mas cheguei. Depois de escutar a clássica faixa do Pearl Jam, "Rearviewmirror", senti a necessidade de buscar algum tipo de música que me fizesse sentir aquela liberdade a qual alguns se referem quando fazem uma longa viagem pela estrada.
Bem, nada mais natural que eu cavucasse pelo Southern Rock. E cá encontrei o Son Volt, uma banda da qual eu já tinha conhecimento pelo blog "Southern Rock Brasil" (que, aparentemente, não está funcionando, inflizmente). O que os caras fazem aqui pega o Folk e um Blues bastante direto e distorcido para misturar uma fórmula única, que, praticamente, suprassume essa minha sensação de liberdade. É como se eu estivesse em uma Harley-Davidson pela estrada, sem ter que me preocupar com o que foi ou com o que virá.
Disco de simplicidades, esse me conquistou de cara e, certamente, fará parte de outros momentos da minha vida, além dos confusos (às vezes trágicos) pelos quais passei essa semana.





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